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Especial – Melhores participantes do Masterchef Brasil

por Enoe Lopes Pontes

 

Neste domingo, 25, acontece a final da sexta temporada do Masterchef Brasil para cozinheiros amadores. Os participantes que integram a noite de disputa são Lorena e Rodrigo. Apresentado pela jornalista Ana Paula Padrão, quem decide o resultado são três chefes de cozinha, considerados pelo público e pela crítica, renomados, são eles: Paola Carosella, Henrique Fogaça e Érick Jacquin. O episódio será exibido às 20h, no canal Band.

 

Pensando na popularidade do reality, o Série a Sério preparou uma lista com o melhores integrsntes de todos os tempos, das últimas seis edições do seriado. A decisão foi muito difícil, mas no final, acabamos tendo que fazer algumas escolhas tensas! Confira!

 

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10 – Jiang Pu – Participante da segunda temporada do programa, Jiang conquistou o público com seu jeito doce e as suas referências asiáticas. Concentrada dentro da cozinha, Pu ficou no terceiro lugar do pódio da competição e provocou lágrimas no Twitter em sua saída. Atualmente, ela continua na profissão e possui um restaurante, em São Paulo.

 

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9 – Estefano Zaquini – Com um foco maior para a confeitaria, mas buscando ir bem em todos os tipos de pratos, Estefano foi integrante do primeiro Masterchef Brasil. Após sair do programa, Zaquini estagiou no restaurante de Érick Jacquin, o Tarta&Co. Atualmente, o jovem está perto de se formar em gastronomia e tem um quadro no “Mulheres”, da TV Gazeta. O chefe está nesta lista por ter demonstrado garra, determinação e carisma durante o tempo em que esteve no Masterchef.

 

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8 – Eliane Ribeiro – Treta! É impossível esquecer as polêmicas e confusões que envolveram Eliane, na quinta temporada do Masterchef. Apesar de possuir alguns haters no caminho, Ribeiro sempre demonstrou uma vontade imensa de estar no reality e era leal aos que faziam parceria com ela. Apesar de não ter vencido a competição, chegou perto, ficando em terceiro lugar. Atualmente, a jovem chefe possui um canal no Youtube, chamado Lili e o Mundo.

 

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7 – Lorena Dayse – Finalista na competição da sexta temporada do Masterchef Brasil, Lorena chegou no programa com um discurso potente e coerente sobre a força do Norte e Nordeste e toda a sua vontade de vencer para representar a região! E o desejo ficava estampado em seus pratos, com temperos que faziam jus as suas origens, incluindo o seu amado coentro! Se a competidora irá vencer, somente o futuro dirá, porém sua popularidade já é considerável! Lorena acumula 128 mil seguidores no instagram e quase 10 mil no Twitter.

 

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6 – Haila Santuá – Também integrante da sexta edição do Masterchef Brasil amadores, Haila ficou com o quinto lugar da competição. Ela demonstrou que doçura combinada com determinação podem virar uma arma extremamente forte dentro de uma disputa. Sempre atenta aos colegas, ela conseguiu equilibrar, na maioria das vezes, um bom resultado, junto com um help para os concorrentes de reality. Quem lembra quando ela parou a torta de limão para ajudar Imaculada na fase de seleção inicial? Pois este foi seu jeito de lidar com o Mastechef, mesmo não aguentando a pressão de quando em quando. Santuá não venceu, mas acumulou um belo fandom e uma trajetória muito intensa para recordar e trilhar um caminho bacana. Quem sabe? Vamos acompanhar!

 

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5 – Helena Manosso – Integrante da primeira edição do Masterchef Brasil, Helena começou discreta e foi crescendo em cada episódio, chegando na final com um menu muito elogiado pelos chefes. Apesar de ter ficado em segundo lugar, Manosso se manteve na profissão. Ao lado de seu marido e colega de temporada, o Lúcio, ela comanda a Salt&Pepper, rede de consultoria gastronômica. Helena ocupa a quinta posição, por ter sido uma participante marcante, que brilhava nas provas do reality e que possuía muito carisma e simpatia.

 

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4 – Izabel Alvares – Vencedora da segunda edição do Masterchef Brasil, Izabel chegou no topo do pódio com muita humildade, doçura, foco e depois de assumir certa confiança em si mesma. Sendo eliminada no sexto episódio, ela retornou na repescagem e passou a demonstrar mais segurança e estudo. O resultado foi o troféu que ela tanto sonhava. Atualmente, Izabel possui a marca Magrela, rede de produtos alimentícios saudáveis.

 

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3 – Maria Antonia Russi – A terceira colocada da lista divide opiniões dentro do público do Masterchef. Adorada por uma parte dos espectadores e odiada por outra, ela ocupa esta posição em nosso top 10 por ter sido uma participante que venceu muitos desafios e, assim como Izabel, por ter conseguido dar a volta por cima e ter mais confiança em si mesma. Com um jeito um tanto atrapalhado, Maria era uma integrante engraçada e divertida e que foi demonstrando sua capacidade dentro da cozinha cada vez mais. Na final, ela surpreendeu os jurados montando um menu com bastante personalidade! O que fez com que Russi ganhasse a competição e enlouquecesse seu fandom. Atualmente, Maria Antonia possui um canal do no Youtube, que carrega o seu nome como título!

 

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2 – Cecília Padilha – Favorita de sua temporada, Cecília ficou em sexto lugar na primeira edição do Masterchef. No entanto, apesar desta zebra, ela vinha trilhando um caminho de acúmulo de vitórias e o mezanino era conhecido como o “Camarote da Cecília”. A sua popularidade com o público do programa foi intensa na época e reveberou para o sucesso de seus empreendimentos desde então. hoje em dia, ela escreve para o Prazeres da Mesa e a Revista do Gramado. Padilha também possui um canal, chamado Yes, we cook, que acumula mais de 5 mil seguidores.

 

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1 – Raquel Novais – Participante de uma temporada disputadíssima como foi a terceira edição do Masterchef, Raquel conseguia se destacar com feedbacks muito positivos, mas que jamais abalavam seu comportamento. Sempre humilde e de ouvidos atentos, Novais buscava uma relação amistosa com seus colegas de competição e tentava não entrar nas inúmeras tretas que aconteciam. O resultado foi o terceiro lugar no pódio, que poderia ter sido primeiro se não fosse um pequeno deslize na semifinal. Atualmente, Raquel tem um programa chamado Cozinha Amiga, na TV Gazeta.

Especial Maratona de séries curtas para o Carnaval

por Enoe Lopes Pontes

O Carnaval é uma comemoração que possui vários tipos de diversão para cada estilo de pessoa. Pode ser uma época para dançar, cantar, pular, viajar, relaxar, maratonar filmes e seriados ou tudo isto junto. Mas, como o site tem um foco específico, claro, o Série a Sério pensou nos seriadores de plantão e elaborou uma lista com dicas de produções para assistir durante o feriado. Contudo, há um detalhe especial aqui! Todas são narrativas curtas, já que só faltam poucos dias para o encerramento dos festejos! Assim, no top 5 se encontram tramas com poucos episódios, dando a capacidade ao espectador mais apaixonado de ver todos os títulos sugeridos até a quarta-feira de cinzas!

 

LISTA

 

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5 – Good Girls (2018) – Três mães do subúrbio dos Estados Unidos viram criminosas da noite para o dia. Somente a ideia da série já pode despertar certa curiosidade no espectador, certo? Mas, é o desenvolvimento deste plot que mais diverte e surpreende. As reviravoltas dentro da trama é um dos destaques da produção, pois as situações postas vividas pelas personagens principais são quase surreais, dentro do que é apresentando para o público sobre quem são estas personas.  A partir da premissa, existem duas coisas mais relevantes para o prazer em assistir ao seriado: as tiradas sarcásticas (para quem gosta de humor sombrio, melhor ainda) e a forma como as mulheres se unem e lutam por sua sobrevivência, demonstrando toda a sua capacidade de defesa, inteligência e destreza para se safar de situações aparentemente impossíveis de serem solucionadas.

 

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4 – Sex Education (2019-) – Com um total de oito episódios, a primeira temporada do seriado foi tão bem sucedida que a Netflix já confirmou o seu segundo ano no ar. Mostrando o dia a dia de um jovem que tem uma mãe terapeuta sexual, a produção consegue discutir temas importantes e profundos para adolescentes, conseguindo manter um tom leve. Mesclando as tensões e embaraços da puberdade com os maiores prazeres deste período, a graça de Sex Education são as relações de Otis (Asa Butterfiled) com as pessoas que o cercam, sejam as mais antigas em sua vida ou as mais novas. Neste sentido, a dinâmica do protagonista cresce quando está ao lado das personagens Maeve (Emma Mackay), Eric (Ncuti Gatwa) e Jean (Gillian Anderson). Ocupando o espaço de crush, melhor amigo e mãe, respectivamente, é possível conhecer os detalhes sobre Otis nos diversos âmbitos de sua vida, principalmente no que tangem seus conflitos sexuais. Paralelo ao que acontece com o garoto, também existem os casos que Otis analisa quando decide ser um conselheiro sexual dentro de sua escola, inspirado nas coisas que aprendeu dentro de casa.

 

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3 – The Fall (2013-2016) – Criada por Alan Cubbit (Prime Suspect), a série possui três temporadas de seis episódios e conta como Stella Gibson (Gillian Anderson) investiga diversos assassinatos que estão acontecendo no Norte da Irlanda. A trama mostra para o público o ponto de vista da policial e do psicopata, como os crimes são cometidos e quais os caminhos a detetive segue para solucionar o caso. No entanto, é preciso ter estômago para encarar a frieza do assassino Paul Spector (Jamie Dornan) e como o mesmo age com suas vítimas. O ponto alto da produção é a forma como são demonstradas as personalidades das personagens. Todas possuem suas complexidades, por mais que aparecem por pouco tempo na tela. Elas são humanizadas, mas seus atos não são relativizados. A crueldade de Paul é apontada o tempo inteiro, mas é nítida a preocupação do roteiro em mostrar a sua certeza de lógica para suas ações. Ao mesmo tempo, ele é um vilão inquestionável. Da mesma maneira, Stella é a heroína da história, sem dúvidas, porém ela possui segredos e más condutas em alguns momentos. Um segundo elemento destacável é a tensão da proximidade e distanciamento entre Spector e Gibson. Eles dividem o mesmo espaço ou ficam em direções opostas, as cenas de maior intensidade são as que os dois conversam ou ficam no mesmo ambiente de qualquer forma.

 

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2 – Collateral (2018) – Em quatro episódios, a minissérie britânica consegue discutir temas como xenofobia, privilégios sociais e misoginia. Com ação e construção de tensão, o espectador pode ser pego pela produção por gostar de histórias de crime e mistério. Mas, outro viés intenso é o olhar sob as personagens femininas da trama. A câmera revela a empatia entre as mulheres e o olhar sujo e/ou equivocado que os homens possuem sobre elas. Contudo, esta camada é sutil sem, no entanto, deixar de ser perceptiva.  Um bônus é a interpretação da atriz Carrey Mulligan (Educação). Com gestos precisos, ela demonstra o presente e o passado impressos em sua construção para o papel. Vê-se em Kip a ex-esportista, a policial, a mãe, a mulher etc.

 

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1 – The Good Place (2016-) – Criada por Michael Schur (Parks and Recreations), a série conta a história de Eleanor Shellstrop (Kristen Bell). A jovem acabou de morrer e foi parar em uma espécie de paraíso. O lugar calcula a entrada de seus moradores através de um sistema de pontuação de atos bons e ruins. Esta é apenas a premissa da produção que possui muitos plot twists e novas descobertas a cada episódio. Este fator poderia fazer com que a trama se desgastasse ou parecesse apelativa. Contudo, a estratégia de reviravoltas enormes acabam dando fôlego para a história. O ritmo não fica comprometido, pois as relações interpessoais acontecem em uma velocidade oposta aos acontecimentos gerais, nos quais estão envolvidos todos que cercam Eleanor. A utilização de temores cotidianos humanos, junto com o estudo da Ética e da Moral, mais o humor típico de Schur dão o tom e a graça de The Good Place, que merece ser vista.

Especial: Séries que tratam sobre militância

Por Enoe Lopes Pontes

Assistir seriados pode ser um momento de relaxamento, de desligar-se do mundo e curtir aquela maratona divertida. Mas, o lazer também tem a possibilidade de chegar com reflexões e pautas relevantes para a sociedade. Enquanto o espectador consome uma produção bacana, que prende a atenção, a representatividade e a luta das chamadas minorias sociais acrescentam qualidade ao seriado.

Pensando nisso, o Série a Sério traz agora uma lista com séries que tratam sobre militância de diversas formas. Aqui, a busca foi enumerar obras que abordam temas mais variados possíveis, que possuem um discurso coerente e que conseguem debater  questões importantes para serem fomentadas, trazendo soluções.

Lembrando que a ideia da lista veio de um sorteio com sugestões de nossos leitores pelo o instagram do site (@serie_a_serio). O público pode interagir e mandar dicas para a página sempre que desejar. Mas, por enquanto, fique ligadinho neste top 5, feito para você que curte estar engajado e informado!

 

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5 – Sense8 (2015-2018): Oito pessoas, espalhadas pelo mundo, estão conectadas entre si e conseguem viver situações e sentimentos iguais, ao mesmo tempo. Localizados em regiões distintas, a representatividade dentro do seriado começa pelas diferentes etnias do grupo. Contudo, o ponto alto de reflexão da série vem da personagem Nomi Marks (Jamie Clayton), uma garota transgênero que precisa lutar contra a família que não aceita a sua identidade. Além de ser trans, Nomi é lésbica, o que deixa ainda mais tensa a sua relação com os parentes. Mas, Sense8 tem outras questões relevantes como: a homossexualidade do ator famoso Lito (Miguel Silvestre), as dificuldades sociais e financeiras de Capheus (Aml Ameen) e o girl power de Sun (Bae Doona). Apesar de muitas pautas necessárias e uma premissa instigante, a produção ficou muito custosa e foi cancelada em 2018. Ainda assim, vale a pena conferi-la.

 

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4 –  The Fosters (2013-2018): Produzida por Jennifer Lopez e exibida pelo canal Freeform, a série conta jornada de uma família estadunidense não tão convencional. Duas mulheres são casadas e possuem três filhos. O garoto mais velho é fruto do primeiro matrimônio de Stef (Teri Polo). Já os gêmeos Jesus (Noah Centineo) e Mariana (Cierra Ramirez) são adotivos e de origem latina. De repente, Stef e Lena (Sherri Saum) precisam acolher mais duas crianças temporariamente: Callie (Maia Mitchell) e Jude (Hayden Byerly). Dentro deste contexto, é impressionante como o seriado tem a capacidade abarcar múltiplas discussões fortes e importantes da sociedade, em um tom cotidiano. Eles conseguem criar empatia, aproximando o espectador com a realidade daquelas personagens, trazendo isto em uma mãe muito rígida ou uma adolescente rebelde, por exemplo. Assim, assuntos como a descoberta da homossexualidade na adolescência, drogas, alcoolismo, racismo, lesbofobia, estupro, assédio sexual e moral são inseridos em cada episódio. Em alguns momentos, a exposição dos problemas fica um tanto didático, porém os roteiristas equilibram isto colocando instantes de intimidade entre os Fosters.

 

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3 – Faking It (2014-2016): Produzida e exibida pela MTV, Faking it mostra a história de uma escola na qual todas as minorias sociais são populares. Por esta razão, duas melhores amigas fingem ser um casal para chamar a atenção do colégio. A partir disto, Amy (Rita Volk) começa a notar que tem sentimentos reais por Karma (Katie Stevens). Mas, a garota sofre muito porque sua crush gosta de um garoto, o Liam (Greg Sulkin). A partir desta premissa, o seriado foca, inicialmente, em discutir sobre a sexualidade. As duas garotas se questionam sobre gostar de meninos e meninas e existe sempre uma tensão no que tangem a bissexualidade e a homossexualidade, mostrando que as duas orientações existem e precisam ser discutidas. Contudo, a produção avança ainda mais quando traz o tema da intersexualidade. Uma das personagens descobre que é intersexo e a forma como a série trata todo o processo da jovem é delicada e esclarecedora. Por fim, outros assuntos são mencionados em vários episódios, como o racismo, a gordofobia, a mobilidade e a visibilidade de deficientes, a quebra de expectativa em relação aos muçulmanos, entre outras coisas que valem cada minuto gasto!

 

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2 – Dear White people (2017-): Adaptação do filme homônimo de 2014, a série é uma realização da Netflix. Mostrando o dia a dia de uma famosa universidade dos Estados Unidos, na qual a maioria dos estudantes é branca, a produção mostra os desafios que os alunos negros passam no campus. As tensões aumentam após uma festa na qual o tema era blackface. Obviamente, a sugestão foi feita por caucasianos que não possuiam sensibilidade e/ou conhecimento para barrar um ato tão racista. A partir disto, cada episódio trata da perspectiva de uma das personagens do seriado. Dear White People torna-se uma obra muito relevante por trazer pautas essenciais para a comunidade negra, inclusive aquelas que muita gente gosta de fingir que não existem. A autora deste top 5 reconhece que este não é seu lugar de fala, no entanto sabe também da profunda importância da discussão promovida por DWP e, por isso, recomenda que todos a assistam, urgentemente.

 

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1 – The Bold Type (2017-): Racismo, homofobia, empoderamento feminino, intolerância religiosa, relação com tecnologia… Esta série consegue abarcar quase todas as pautas pertinentes para a sociedade contemporânea. Além de provocar reflexão e debate sobre assuntos importantes, a melhor coisa de The Bold Type é o como ela faz isso. Ambientada dentro de uma revista de moda, na maior parte do tempo as personagens principais precisam lidar com a rotina estressante, mas gratificante de seus trabalhos. Exibida pela Freeform, a produção encaixa-se no gênero adolescente e é esse o seu ganho. De maneira leve e divertida, ela consegue sinalizar grandes problemas sofridos pelas pessoas. Questões que parecem bobas, como o julgamento de uma garota pelo o que ela veste, até algo forte como a homossexualidade de uma mulher muçulmana são os destaques de cada episódio, durante as duas temporadas já exibidas. Aqui, o espectador vai se encontrar de alguma maneira. E, apesar dela ser voltada para os teens, The Bold Type consegue dialogar com uma faixa etária ampla. Ainda que a história seja sobre Sutton (Meghann Fahy), Kat (Aishaa Dee) e Jane (Katie Stevens), jovens em ascensão, outras narrativas são colocadas como importantes para o desenvolvimento do enredo. Assim, se você é uma menina que sonha por direitos iguais, é a chefe atenciosa ou alguém que luta para uma flexibilidade maior na sua religião ou cultura, existe a possibilidade de se sentir representada. O seriado ocupa a primeira posição por conseguir imprimir todo o sufocamento das minorias sociais de forma clara e objetiva e trazer também possíveis soluções para os problemas que afligem tanto algumas parcelas da sociedade. Vejam!

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