TERAPIA COM ANIMAIS

Você sabia que os animais são considerados “co-terapeutas”?

A “pet terapia”, TAA (Terapia Assistida por Animais) ou IAA (Intervenções Assistidas por Animais),  ajuda a combater depressão, estresse e doenças cardíacas, entre outros. E isso também inclui o tratamento do câncer? SIM! Ter um animal por perto, na minha leiga opinião, pode trazer alegria e, consequentemente, ajudar no enfrentamento da doença e dos efeitos colaterais. Existem algumas clínicas de oncologia que já fazem um trabalho periódico com visita de animais a pacientes em tratamento ambulatorial. Muitas ONGs disponibilizam animais treinados e até hospitais já liberam a entrada do próprio bichinho do paciente, desde que seja autorizado pelo médico.

De uma forma geral, as únicas contraindicações são medo de animais, alergia ou problemas de respiração, entre outros. Mas atenção! Nem todo pet pode ser terapeuta, viu? Eles precisam ser tranquilos, sociáveis, dóceis, que as pessoas possam abraçar, beijar e apertar, sem que ele reaja. A TAA é uma intervenção dirigida, com objetivos específicos para cada patologia e faixa etária, onde o animal de estimação especialmente treinado com rígidos critérios de comportamento e saúde é parte integrante do processo de tratamento.

Os benefícios dessa prática são estudados no Brasil desde 1955, quando a psiquiatra Nise da Silveira relatou os benefícios desta interação no convívio de seus pacientes esquizofrênicos com cães e gatos adotados pela instituição onde trabalhava.

Alguns resultados já foram atestados nesse tipo de trabalho:

  • Estimulo de crianças – Exemplo: crianças autistas e hiperativas
  • Benefícios para idosos – Exemplo: Alzeheimer, Estresse e depressão
  • Tratamento contra o câncer – Exemplo: alívio da dor e desconforto, redução da ansiedade e de sintomas depressivos, diminuição da sensação de solidão ocasionada pelo tratamento.
  • Tratamento de doenças cardíacas – Exemplo: redução dos níveis de colesterol, melhora de hábitos como o fumo
  • Reduz o estresse – Exemplos: ajuda na liberação de “hormônios do bem”, sensação de bem-estar e conforto, diminuição dos níveis de adrenalina. É usado no controle de estresse em empresas, na ajuda a vitima de desastre natural, prisões, escolas, hospitais, etc.
  • Melhora da depressão – Exemplo: aumento da autoestima, senso de valor próprio, hábitos positivos e interesse pelo outro
  • Tratamento de paralisias – Exemplo: aspecto emocional, cognitivos e motores. São usados durante os exercícios de fisioterapia

Esse é um texto geral. Para saber mais, indico a série do NetFlix “Apenas Cães”. Logo no primeiro episódio ela já trata do trabalho de animais treinados para auxiliar crianças com deficiência.

Caso você tenha alguma das condições de saúde tratadas acima, converse com seu médico!

E você tem algum bichinho em casa? Eu tenho 2 gatos! Ambos resgatados e adotados por mim e por meu marido. Na pouca experiência que eu tenho, posso dizer que vale a pena! Do tipo de chegar em casa cansada ou estar doente e meu gato ficar quietinho do meu lado, ou então fazer algo engraçado que me faz sorrir. Lógico que tem os “contras” também! É cansativo e demanda disponibilidade. Então se você não gosta de animais e não tá afim de ter um, não tenha.

Eu realizei o meu sonho, pois sempre quis ter bicho!

Esse é Spock, de 5 meses:

Essa é Madonna, recém-chegada de 2 meses:

Beijos e até a próxima!

 

 

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