Saiba mais sobre “rolês diferentões”, propostas inusitadas e circuitos alternativos para se divertir na capital baiana

Nem só de bar em bar vive a saideira. É que na capital baiana, onde monumentos históricos chamam a atenção para um dos municípios mais antigos da América, de um lado, e, de outro, saltam aos olhos as praias de águas mansas e cristalinas, as opções para diversão, descobertas, entretenimento e conexões não estão apenas vinculadas ao universo etílico-gastronômico.

Entre Cidade Alta e Cidade Baixa, além dos sempre movimentados botecos amados de cada dia, estão também estabelecimentos comerciais, prédios históricos, centros urbanos, largos, museus, institutos, parques, diques, costas, áreas de preservação ambiental, universidades, praças, fortes, encostas, ladeiras, esquinas – cada qual com sua própria singularidade na arte de contar histórias e favorecer a construção de narrativas.

Agora veja: quão incrível seria se, além de imaginar todos esses pontos, de vislumbrar, de longe, as fachadas, prédios antigos e a faixa litorânea da baía, você pudesse também experimentar o que esses espaços urbanos têm a oferecer, sentir de perto os ares, chegar junto aos espaços de cultura e lazer?

É com essa proposta, de democratizar, de somar esforços, energias e possibilidades que o Coletivo Ser Yoga tem levado um número cada vez maior de pessoas a diferentes pontos da cidade.

Com o intuito de ocupar, incluir, possibilitar, experenciar e unir através de práticas de Yoga, o Coletivo conta com 18 professores que conduzem as atividades abertas ao público.

Como tem sido a #saideira de quem topa se arriscar na prática, por lá?

Dizem as boas línguas que a integração do Yoga é tão poderosa quanto uma boa mesa de bar.

Será?!

Impulsionado por esse movimento, dos caminhos alternativos possíveis para a saideira, em Salvador, o programa da última semana levou para os estúdios da TV Aratu Thainá Ribeiro, integrante do Coletivo Ser Yoga, que falou sobre a iniciativa.

E, como depois de relaxar há sempre um espaço para a resenha, na saideira, o programa convidou também o cantor Valter das Virgens, que ficou conhecido após anunciar, nas redes sociais, a realização da 1ª Peladatona de Salvador, uma maratona nudista que prometia encher a Barra com atletas completamente nus para a disputa.

Embora a corrida tenha ficado para o próximo ano, o evento gerou repercussão, na capital baiana.

Será que essa moda pega?

Em países como a Espanha, disputas como a a Sopelana, no litoral norte, reúnem dezenas de naturistas, durante a maré baixa, para a competição. Na Argentina, a Reserva Naturista Yatan Rumi sedia, há 13 anos, a Cross Nudista, com percursos de 3km e 4km pelas serras de Córdoba. E na Letônia, dizia-se que a “corrida de peladões”, no solstício de verão, surgiu ainda durante as antigas tradições.

Em Salvador, Valter das Virgens explicou que a corrida aconteceria no período da noite, com concentração às 23h e destino final previsto para o Farol da Barra. Não seriam permitidos, segundo ele, sexo ou qualquer ato pornográfico. Os competidores usariam apenas um par de meias e tênis.

Vereadores da capital, entretanto, não gostaram da ideia e aprovaram uma moção de repúdio ao evento, que, segundo o organizador, deve acontecer no próximo ano e não em setembro, como havia sido anteriormente anunciado.

Enquanto a corrida não sai, Valter das Virgens promove uma festa em que a regra geral é “todo mundo nu”. Será que cola?

No programa, o cantor falou mais sobre a proposta e ressaltou alguns detalhes do evento.

O som da rodada ficou por conta de Jane Cordeiro, que convocou todo mundo para curtir a música pelo embalo da “sofrência”.

Quer saber mais do que rolou nessa mistura eclética de propostas inusitadas para você curtir a saideira? Então fique ligado no programa: https://www.facebook.com/aratuon/videos/2426646634260433/

Acompanhe também pelas redes sociais @dicasdasaideira.

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